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Você sabe o que é ser Prolancer?

Se você é Product Manager, Product Designer, DevOps, Quality Assurance, Desenvolvedor ou Desenvolvedora, você já sabe que, há anos, a forma como profissionais de tecnologia operam está mudando em alta velocidade. O futuro do trabalho é hoje!

Enquanto você lê este artigo, há milhares de pessoas altamente produtivas e criativas trabalhando de maneira coordenada, de todos os cantos do planeta. São os Prolancers: a nova geração de profissionais independentes que está transformando a maneira de produzir no mundo digital. Não é carteira assinada, não é freelancing.

Uma nova dinâmica para uma nova era

Quando falamos em Futuro do Trabalho, a primeira coisa que deve vir à sua mente é o trabalho remoto. A pandemia de Covid-19 mudou as relações de trabalho no mundo inteiro. No Brasil, muitos dos adeptos ao CLT começaram a trabalhar em home office, ganhando maior autonomia e flexibilidade. O modelo distribuído realmente chegou para ficar.

Por outro lado, indo além do anywhere office, a ideia de trabalhar de maneira mais livre ainda amedronta muitos(as) profissionais, que se resistem a acreditar que é possível ter estabilidade financeira e atuar no que são apaixonados(as) e experts, por fora do famoso sistema da “carteira assinada”.

Mas, em setores como o de tecnologia, o remoto e o freelancing não são novidade. Poderíamos tratar esses fatores como algo revolucionário 10 anos atrás. Uma coisa é fato: o mercado está apenas nos alcançando.

 

Da Gig Economy à Passion Economy

Em oposição aos sistemas de estruturação corporativa tradicionais, freelancers de tecnologia estão dominando o mercado. Esses(as) profissionais buscam maior autonomia, liberdade e flexibilidade ao não ter qualquer vínculo empregatício com uma companhia.

Na última década, emergiu a Gig Economy: marketplaces no modelo “Uber”, que conectam profissionais autônomos a empresas com uma demanda pontual, permitindo que monetizem seu tempo e skills.

Mas essas vantagens vêm com um peso: frequentemente, freelancers se veem trabalhando exaustivamente em produtos que não os(as) motivam, enquanto já estão prospectando novos potenciais clientes, para não correr o risco de ficar sem renda no mês seguinte. A uberização do trabalho não funcionou como esperado no meio de tecnologia. 

A Passion Economy vem como uma evolução desse modelo para sanar as dores de pessoas inquietas, que não vão se satisfazer com pequenos projetos e uma renda instável, ou com as burocracias e rotinas desgastantes do CLT.

A pessoa profissional do futuro enxerga sua carreira de uma forma diferente. Em vez de passar anos em uma empresa e crescer de forma linear, busca experiências e desafios diversos. Para ela, o freelancing é mais do que uma renda extra. Essa é a Passion Economy, o modelo de trabalho que promete colocar o rumo da sua carreira nas suas mãos.

Plataformas inovadoras, que valorizam a individualidade e características pessoais de cada profissional, os(as) empoderam para encontrar projetos que, além de ter uma alta remuneração, sejam complexos, desafiadores e tenham um propósito no qual ele(a) acredita, promovendo uma nova relação entre pessoa e trabalho.

Prolancer: o melhor dos dois mundos

Pode-se dizer que esse modelo une o melhor do freelancing ao melhor do emprego tradicional, ao oferecer autonomia e flexibilidade, sem perder a estabilidade financeira, com um fluxo constante de trabalho.

Explicando de forma simples, um Prolancer é um freelancer profissional. E a principal diferença entre o seu dia a dia e o de um freelancer é o foco na sua expertise.

Enquanto o freelancer deve se autopromover, correr atrás de clientes, fazer relacionamento e entregar o projeto da gestão ao desenvolvimento, Prolancers delegam grande parte dessas responsabilidades para uma empresa parceira, que cuida da negociação e relacionamento com clientes, além de oferecer apoio com as melhores ferramentas e metodologias, permitindo que foquem no seu trabalho e otimizem o seu tempo, evitando muito estresse e insegurança.

Esse ganho de tempo não só se traduz em uma maior produtividade, mas também em um balanço mais saudável entre a vida pessoal e profissão. Afinal, ser um bom profissional é ter um compromisso fiel com aquilo que você faz, mas também procurar o equilíbrio entre o trabalho e as outras instâncias necessárias da vida, como o descanso, os amigos, a família, a música e o que seja que faça você feliz.

Prolancing na prática

Prolancers são pessoas inconformadas, inquietas. Amam se desenvolver, se conectar e trabalhar com diferentes tecnologias e produtos. Sua paixão é combustível para inovação e, assim, transformam o mundo por meio da tecnologia.

Participam de squads remotos de alta performance, formados por Product Manager, Product Designer, Tech Lead, Quality Assurance, DevOps, Desenvolvedores e Desenvolvedoras, e constroem produtos inovadores para grandes empresas como Housi, Gerdau, Unimed, Hering e muitas outras de diversos segmentos. 

Tudo isso com o apoio da BossaBox na gestão do trabalho com as melhores metodologias, frameworks e ferramentas do mercado. A cultura de produto enraizada nos squads é um ingrediente essencial para o sucesso dos projetos e do time.

Com responsabilidade, comprometimento e muita organização, é possível conciliar o trabalho prolancer com CLT, sem inconvenientes. Muitos(as) profissionais começam conciliando os dois modelos, e depois podem passar a pegar múltiplos projetos, até deixarem o trabalho tradicional.  A previsibilidade de renda que o prolancing permite é um fator determinante para se decidir por esse caminho.

Fique com esse insight: um Prolancer é mais que um profissional remoto e mais que um freelancer. São profissionais movidos(as) por sua paixão pela inovação, que se desafiam diariamente e são donos(as) da sua carreira, trabalhando de qualquer lugar do mundo.


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